YAML para JSON

Cole um arquivo de configuração e receba JSON. As âncoras são expandidas, os textos em bloco mantêm as quebras de linha e, se algo estiver errado, você vê a mensagem do próprio analisador em vez de um campo vazio.

Configurações costumam ter chaves e nomes de host — aqui nada é enviado.

Como usar

  1. Cole o YAML no primeiro campo.
  2. Leia o JSON abaixo — ele aparece enquanto você digita.
  3. Toque em «Copiar», ou troque de aba para converter de volta.

Bom saber

Onde os dois formatos discordam

O YAML tem coisas que o JSON não tem: comentários, âncoras, datas como valores e aquela regra célebre que transformava «no» em false. Os comentários somem porque o JSON não tem onde guardá-los; o resto vira o valor JSON mais próximo. Uma chave escrita como número continua chave, já que o JSON só aceita textos nessa posição.

Por que uma configuração merece ferramenta local

Um arquivo YAML costuma ser uma configuração, e configurações trazem nomes de host, nomes de buckets e, muitas vezes, uma chave que alguém esqueceu de mover para um cofre de segredos. Aqui nada é enviado, então colar um arquivo de um deploy real não vira relatório de incidente.

Perguntas frequentes

Âncoras e aliases são suportados?

Sim. Um alias é expandido no valor a que aponta, porque o JSON não sabe expressar referência. Arquivos com aliases que se multiplicam de forma abusiva são recusados em vez de travarem a aba.

O que acontece com os comentários?

São removidos. O JSON não tem sintaxe de comentário, e inventar uma geraria um arquivo que nenhum analisador aceita.

Ele lê arquivo com vários documentos?

Converte o primeiro documento. Arquivos separados por --- costumam ser manifestos do Kubernetes, e cada um já é um objeto à parte.

O arquivo vai para um servidor?

Não. A leitura acontece inteiramente no seu navegador.

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