Ampliar uma imagem

Um logotipo precisa ir para um cartaz, uma foto tem de preencher um slide, um formulário exige pelo menos 1000 pixels. Tudo isso é ampliar — e é trabalho honesto com os pixels que já existem. O que a câmera não capturou não volta, e esta página não finge o contrário.

ou solte-os aqui

Uma imagem: JPG, PNG, WebP, HEIC. Até 40 MB

Nenhum detalhe novo vai aparecer. Ampliar recalcula os pixels que já existem: o que a câmera não capturou não se recupera, e tudo o que “restaura” isso está desenhando algo que nunca esteve na cena.

A imagem fica neste aparelho: é ampliada dentro da aba e nada é enviado. Também nada é baixado — aqui não há modelo, só aritmética, então a página funciona sem rede.

Para que serve: imprimir um logotipo pequeno maior, preencher um slide, atender um formulário que exige tamanho mínimo. Para que não: tornar legível uma placa borrada ou virar uma captura de tela em fotografia.

Por perto: Redimensionar imagem · Comprimir imagem · Recortar imagem · Editor de fotos

Como usar

  1. Escolha uma imagem: JPG, PNG, WebP ou HEIC.
  2. Escolha quanto maior: duas, três ou quatro vezes. O tamanho e o peso do resultado aparecem antes de você apertar.
  3. Aperte «Ampliar», veja a comparação um a um e baixe o PNG.

Bom saber

Por que aqui não há rede neural

Redes que «restauram» um rosto borrado não o recuperam: inventam um plausível. Numa foto de férias isso é questão de gosto; num documento, numa foto de produto ou num quadro de câmera é falsificação — e quem usa costuma não saber. Por isso aqui se faz aritmética: os pixels existentes são recalculados e nada é acrescentado. Não custa nenhum download, funciona sem rede e nunca inventa um detalhe que depois você terá de defender.

Ampliado em passos, não num salto

Ir direto de 500 para 2000 pixels deixa a borda mole e borrada. Dobrar duas vezes chega ao mesmo tamanho com um resultado visivelmente mais limpo — a mesma aritmética, uma ordem melhor. Há ainda um contraste de bordas opcional: a máscara de nitidez não acrescenta detalhe, devolve às fronteiras o contraste que a reamostragem comeu. Sua força tem teto, porque além dele surgem halos que parecem nitidez e imprimem como defeito.

A comparação faz parte da resposta

Abaixo do resultado há um pedaço da imagem um a um: à esquerda o mesmo trecho apenas esticado, à direita o recalculado. Essa diferença é toda a vantagem honesta da ferramenta, e mostrá-la vale mais que descrevê-la. Ela também deixa o limite visível: se o original está borrado, os dois quadrados estão borrados, e nenhum ajuste desta página muda isso.

Perguntas frequentes

A imagem é enviada para algum lugar?

Não, e também não se baixa nada. Aqui não há modelo, só aritmética — depois que a página carrega, ela funciona com a rede desligada.

Uma foto borrada vai ficar nítida?

Não. Ampliar recalcula o que existe; não recupera o que a câmera nunca capturou. Ferramentas que prometem o contrário desenham um palpite plausível, o que é diferente de uma fotografia.

Por que ampliou menos do que pedi?

Porque acima de dezesseis megapixels a tela do navegador devolve um arquivo vazio em vez de um erro. Quando o tamanho pedido passa dessa linha, a ferramenta amplia até onde é seguro e informa quanto.

Por que o resultado é um PNG tão pesado?

O PNG guarda cada pixel exatamente, e é isso que se quer depois de ampliar: um JPEG somaria seus próprios artefatos. O peso é mostrado antes de apertar; se for demais, passe depois pelo compressor de imagens.

Para que isso serve de fato?

Imprimir um logotipo pequeno maior, preencher um slide, passar num formulário que exige tamanho mínimo. Não vai tornar legível uma placa borrada nem transformar uma captura de tela em fotografia.

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